Arquivo da Categoria ‘Carreira’

Life Coaching

terça-feira, 27 de julho de 2010

Bacana esse material publicado no domingo no JB. A matéria é sobre life coaching e a consultora que deu a entrevista é nossa colunista!

Adoramos!

Clique abaixo e amplie para ver com um pouco mais de exatidão e leia também as colunas de Waleska Farias no Somos Biografia.

27/07/2010

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Empreenda, mas não pule de precipícios

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Vejam que bacana esse artigo. E ainda no final, fique de olho. Tem palestra gratuita sobre o tema amanhã, dia 11, em São Paulo.

Empreendedores nascem feitos? Devem ter vocação para arriscar sempre, independente do cenário? Conheça alguns mitos e realidades sobre o tema.

*Por Sérgio Contente

Muito além de um verbo, a palavra empreender tornou-se o mantra mais repetido por todas as pessoas que resolvem abrir um negócio. Isso é positivo, claro, mas é preciso saber se esses milhares de novos empresários entendem o que é ser empreendedor.

Já escutei absurdos do tipo “Vou ter meu próprio negócio porque não quero mais ter patrão” ou, pior, “Sou um empreendedor por natureza”. A primeira afirmação cairá por terra logo no primeiro dia de atividade da empresa, já que, independente da figura do chefe, você sempre terá um patrão – no caso dos novos “donos de um negócio”, os clientes. A segunda assertiva leva mais tempo para cair, mas, acredite, ninguém nasce empreendedor.

Um empreendedor se forma ao longo do tempo. É preciso estar informado não só sobre o setor em que atua, mas também sobre áreas correlatas, tributação, conjuntura econômica, tendências de consumo e comportamento, tecnologias etc., ter capacidade de colocar novas ideias em prática, ser concentrado, ser conciliador e ter habilidade para administrar e atuar em qualquer setor da empresa.

Arrisque, mas não pule de precipícios – Não subestimar os perigos é outro ponto fundamental para obter sucesso nos negócios. Todo empreendimento corre risco de insucesso, mas o grau de periculosidade pode ser calculado, ou estimado, pelo menos, antes de se abrir as portas. Se você vai entrar no ramo de importação de medicamentos, por exemplo, precisa conhecer as normas da Anvisa, as tributações incidentes sobre o produto a ser importado, cotação das moedas estrangeiras, se algum componente do produto tem ou já teve restrições no País, a reputação dos laboratórios fabricantes, entre outros aspectos.

*Sérgio Contente é graduado em análise de sistemas pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Atualmente é diretor presidente da Contmatic Phoenix, da Fundação Idepac.

PALESTRA

Para saber mais – Sérgio Contente ministra a palestra Empreender: Dicas para o Sucesso Profissional, no dia 11 de junho, a partir de 19h30, na sede Contmatic – www.contmatic.com.br, desenvolvedora de softwares administrativos e contábeis.

Com 90 minutos de duração, o encontro aborda temas como, o que é ser empreendedor; principais motivos que levam ao empreendedorismo; mitos e realidades sobre empreendedorismo; metas específicas e globais; dicas para crescimento pessoal.
Informações e inscrições pelo (11) 2942-6720 ou cead@contmatic.com.br

A entrada é franca!

E sobre eventos dessa e da próxima semana, acesse também nossa agenda.
10/06/2010

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Lançamento: Magui Castro

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nossa colunista lançou na noite de ontem o livro “Se eu fosse você, o que eu faria como gestor de sua carreira?”, em São Paulo.

Clique na foto abaixo e veja mais detalhes, além de outras imagens.

Magui Castro

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Festas de fim de ano – como se comportar?

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

A sua famosa “festa da firma” é hoje? É neste final de semana? Ou ainda na semana que vem? Antes de ir e esbanjar gafes, leia o artigo de Ângela Souza que recebemos agorinha. Se a sua já foi, ficam as dicas para a do ano que vem!!! rsrsrrs

COMO O FUNCIONÁRIO DEVE SE COMPORTAR NAS FESTAS DE FIM DE ANO DA EMPRESA?
*Angela Souza

O mês de dezembro chegou e com ele as festas corporativas de fim de ano. É um momento de descontração e de celebração em meio aos colegas de trabalho. Mas é exatamente nessa hora que a atenção do funcionário deve estar redobrada, já que a dose excessiva de comemoração pode extrapolar os limites do que é aceitável nas relações profissionais. Muitas pessoas, no entanto, se esquecem que, embora seja uma festa, estão entre pessoas com as quais convivem em ambiente de trabalho, todos os dias. E o comportamento, como acontece no trabalho, continua sendo observado e avaliado por colegas, chefes, subordinados e, às vezes, clientes.

No mercado de produtos corporativos há manuais para praticamente tudo. Existem aqueles que ensinam a “como se sair bem numa entrevista de seleção” e, muitas vezes, mesmo entrevistadores experientes são enganados por candidatos treinados na arte de seduzir e manipular. Esses candidatos costumam modular o comportamento de acordo com a situação e vendem uma imagem, representam um personagem até por um tempo longo demais. Mas um belo um dia “se entregam”, mostram quem verdadeiramente são. Comemorações de empresa também se prestam a esse desmascaramento – ou à confirmação de que se está, de fato, diante de alguém admirável.

Festas de empresa podem ser verdadeiras armadilhas para os desavisados que, ligeiramente ébrios, sucumbem às emoções propiciadas pelo clima natalino e se extravasam de modo exagerado. E são excelentes oportunidades de socialização para as pessoas sóbrias. Isto não significa que as pessoas devam ficar travadas, avaliando umas às outras, esquecidas do real motivo de estarem ali. É só evitar o exagero, seja no figurino, no tom, no conteúdo da conversa ou na abordagem de colegas. Tentar parecer intimo de pessoas que jamais lhe deram intimidade é outro erro muito comum nesse tipo de situação.

É preciso entender que, durante a festa, pode-se até buscar proximidade com as pessoas que no dia a dia, por alguma razão, não nos aproximamos, mas com as quais gostaríamos de estreitar relações. Mesmo nesse caso, porém, não podemos perder de vista, principalmente, depois de uma taça de espumante, regrinhas básicas de relações sociais como: pedir licença, se apresentar, iniciar uma conversa amistosa e despedir-se polida e rapidamente, se perceber que não está agradando, que a pessoa abordada prefere outras companhias ou não está muito disposta a interagir.

Evite ser o ‘mala’ da festa

Isso também vale para aqueles que querem mostrar dotes de exímios dançarinos e, além de exibirem-se ostensivamente, ainda insistem em arrastar todo mundo pra pista de dança. Há ainda os exageros à mesa, o abuso de bebidas, o atentado ao bom senso e ao bom gosto. É por isso que se você não quer ser lembrado o ano todo como o ‘mala’ da festa de confraternização da empresa, trate de, pelo menos, comportar-se de acordo com os manuais de civilidade. Ou lembrar-se do conselho de Aristóteles: “a virtude está no meio” – questão de bom senso.

Um comportamento inadequado pode inclusive terminar em demissão, fazendo com que a ressaca moral seja maior do que a provocada pela bebida alcoólica. Mas é difícil que uma pessoa educada, comedida e de bom gosto se transforme no oposto em uma festa. Os que costumam dar “show” nessas ocasiões são aqueles que todos apostam que farão isso mesmo.

Portanto se você não se garante ou não tem amigos que segurem sua onda, alegue outro compromisso inadiável e dê só uma “passadinha” para marcar presença. Ou dê uma boa desculpa e passe longe da festa. E aproveite o clima de fim de ano, de elaboração da listas de propósitos e objetivos para 2010, para incluir na sua lista “curso de desenvolvimento pessoal e de relações humanas”. Ano novo, nova atitude!

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* Angela Souza é Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional das empresas Knowtec, Talk Interactive e IEA (Instituto de Estudos Avançados). É bacharel em Filosofia pela UFSC. Especialista em Filosofia Política (UFSC) e em Gestão Estratégica de Negócios (FGV/RJ). É também mestre em Gestão Estratégica.

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