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CIAB Febraban especial Y

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) apresenta, em 2010, a 20ª edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, o Ciab FEBRABAN . O evento será realizado dias 09, 10 e 11 de junho de 2010, em São Paulo.

O tema central do evento será a Geração Y, as pessoas nascidas nas décadas de 1980 e 1990. O avanço desse grupo nos mercados de trabalo e de consumo tem enormes impactos sobre o mundo corporativo e a sociedade em geral. Seus hábitos passam pela participação em redes sociais na Internet; pela preferência por mensagens instantâneas (Twitter e softwares “Instant Messengers”) em detrimento dos emails; e pelofato de explorarem todos os recursos da telefonia móvel (incluindo compras) e games de última geração.

No mercado de trabalho, a Geração Y tem como características, por exemplo, o fato de lidarem bem com a tecnologia e a diversidade. Segundo o IBGE mais de 46% da população brasileira tem entre 10 e 34 anos. Outra pesquisa, da FEBRABAN, (incluída no seu Programa FEBRABAN para a Valorização da Diversidade) indica que 48.4% de todos os bancários do País estão com até 34 anos de idade, e estão, portanto próximos do comportamento, das preferências e dos hábitos da Geração Y.

Como forma de entender melhor esse público, seus hábitos e preferências, a entidade lançou o Prêmio FEBRABANGeração Y. O prêmio tem como tema “O banco do futuro na visão da Geração Y” e será entregue aos autores dos três melhores trabalhos (no formato de texto, vídeo ou Power Point) a respeito de como será o banco do futuro. A partipação é voltada preferencialmente para integrantes da Geração Y, de 18 a 24 anos.

A premiação total será de R$ 17 mil e os trabalhos escolhidos serão discutidos em painel específico no evento.

Apoio às pequenas
O Ciab Febraban 2010 também aprofundará o seu compromisso de incentivar as menores empresas brasileiras inovadoras e que desenvolvem tecnologia da informação.

Além de abrigar a sexta edição anual do Espaço Inovação, destinado a premiar 24 empresas com faturamento anual de até R$5 milhões, a Federação está lançando o Espaço Empreendedor. Trata-se de mais um estande coletivo para empresas de pequeno porte com faturamento anual de R$12 milhões.

Todas as informações: CIAB – Febraban 2010

09/06/2010

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Prêmio Best Innovator

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Época - Prêmio Best Innovator

Inovadores, fiquem de olho!
Estão abertas as inscrições para o prêmio Best Innovator 2010/As Empresas Mais Inovadoras do Brasil, que classificará as empresas mais inovadoras do Brasil. O prazo final é dia 14 de maio.

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É difícil inovar?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Compartilhamos o editorial de hoje no jornal O Estado de S. Paulo sobre inovação:

Inovação tecnológica tem sido tema frequente dos programas semanais de rádio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Café com o presidente, mas os resultados alcançados até agora são insuficientes, seja por falta de estímulo adequado do governo, seja por falta de experiência ou por temores do setor privado. De 4,4 milhões de empresas em operação no País, apenas 30 mil se declaram inovadoras e só 6 mil realizam atividades de pesquisa e desenvolvimento, de acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

“Estou convencido de que o momento é de investimento em educação e inovação tecnológica e isso vai fazer toda a diferença para o crescimento e o desenvolvimento de nosso país”, disse Lula no fim de janeiro. É, de fato, essencial que o Brasil invista em pesquisa e desenvolvimento, para alcançar níveis mais altos de produtividade e competitividade e desenvolver produtos inovadores, que ampliem ou criem mercados com rapidez.

“Nesse mundo competitivo em que precisamos exportar mais e precisamos vender mais no mercado interno, há sempre uma disputa muito forte entre os vários setores empresariais”, daí a necessidade de que a população e o empresariado “acreditem” em investimentos em inovação, disse o presidente em programa radiofônico anterior, em outubro.

O tema “inovação” vem ocupando espaço cada vez maior no planejamento das políticas públicas e na preocupação do empresariado, mas o Brasil ainda ocupa posição muito desconfortável nesse requisito quando comparado com outros países.

Entre 48 países, o Brasil ficou apenas na 42ª posição em inovação, de acordo com um estudo da OCDE divulgado em novembro passado. Estamos na frente apenas de México, África do Sul, Argentina, Índia, Letônia e Romênia.

“Se quiser seguir a trilha do crescimento num ritmo mais acelerado, sem inflação e com elevação da renda real dos trabalhadores, o Brasil terá que enfrentar o desafio de mudar esse cenário”, observou o professor da Unicamp Carlos Pacheco, responsável pela análise da situação brasileira para o estudo da OCDE.

Onde estão os principais problemas que impedem o avanço mais rápido dos investimentos brasileiros em inovação?

Pesquisa divulgada em janeiro pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com respostas de 334 empresas, constatou que o risco é o mais forte inibidor dos investimentos em inovação. Trata-se de um problema cultural do empresariado que somente os resultados futuros da inovação conseguirão atenuar.

Outro problema apontado pelas empresas são os elevados custos, dos quais o principal componente é a alta carga tributária incidente nos gastos com inovação, pesquisa e desenvolvimento (outros são os altos custos dos financiamentos e a valorização do real).

Nos últimos anos foram criados diversos incentivos diretos e indiretos para os investimentos em inovação, como alguns fundos setoriais, a subvenção instituída pela Lei de Inovação (de 2004) e os incentivos fiscais da Lei do Bem (2005). Do ponto de vista estatístico, o principal estímulo é dado pela Lei de Informática (1991), que responde por dois terços dos recursos contabilizados como incentivo às atividades de pesquisa e desenvolvimento.

O Iedi observa, porém, que, como a Lei de Informática atende a uma necessidade específica – equilibrar os incentivos da Zona Franca de Manaus com os custos tributários da produção em outras regiões, para evitar a fuga de empresas para a Amazônia -, seus efeitos não podem ser contabilizados como incentivos à inovação. Descontados esses efeitos, o estímulo fiscal à inovação diminui muito.

“Com a Lei de Informática, nosso padrão de incentivos é comparável ao francês, acima do japonês e do norte-americano. Sem ela, o padrão é mexicano”, disse ao Estado há dias o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda Júlio Sérgio Gomes de Almeida, que colaborou na preparação do estudo do Iedi.

Por isso, para que seja mais efetivo, o apoio do governo à inovação terá de aumentar. E as empresas que ainda não investem adequadamente em inovação nem utilizam os benefícios existentes devem preparar-se para fazê-lo, para não perderem competitividade.

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Onde estão as verdadeiras empresas inovadoras no Brasil?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Recebemos por email esse artigo. Conteúdo interessante – compartilhamos!

*Por Nilson Cortez Júnior

Recentemente, “googliei” a palavra “inovação” e recebi mais de sete milhões de páginas. Idem para “empresas que inovam”, com mais de 1 milhão de respostas. Na TV, revistas, jornais, a palavra chave em toda propaganda é “inovação”. Isso sem mencionar as diversas palestras sobre o assunto, cursos de Pós e MBA, entre outros. Até mesmo a minha filha de nove anos, dias atrás, comentou que fez uma “inovação” na escola!

Bom, só se fala em inovação. Eu adoro inovação! Felizmente ou infelizmente estava na hora do assunto de geração de inovação ocupar o noticiário setorial e o geral.

Quantas pessoas estão gerando ideias por dia? Quantas evolucionárias e revolucionárias? Qual o tamanho deste estoque de conhecimento? Quantas dessas ideias estão engavetadas, incubadas ou perdidas no meio de tantas obrigações, compromissos, pensamentos e sentimentos?

Quando analisamos essas afirmações, do ponto de vista empresarial, descobrimos que excelentes ideias, capazes de incrementar ou revolucionar as coisas e o mundo são perdidas em meio ao caos da rotina diária!

Tratando-se do ambiente empresarial brasileiro, essa máxima fica ainda mais óbvia, pois temos uma capacidade ilimitada de criação e o nosso ambiente profissional ainda padece com a falta de cultura participativa, centralização e hierarquia temporal. Existem verdadeiras barreiras entre as grandes ideias e a alta administração das companhias.

É fácil constatar que as corporações gastam fortunas fazendo publicidade sobre inovação, mas onde está a verdadeira inovação? Onde estão os verdadeiros cases? Nós, consumidores comuns, não vemos essa inovação em qualquer aspecto de nosso relacionamento com essas empresas.

Se analisarmos o setor bancário, especificamente, sem tirar os méritos dos ganhos tecnológicos extremamente rentáveis, todos os bancos fazem tudo exatamente igual e jamais tiveram a ousadia de perguntar aos seus clientes o que de novo poderia ser acrescido. Ainda assim, todos são “empresas inovadoras”.

Seria muito interessante que as empresas que se intitulam “inovadoras” demonstrassem seu processo de inovação.

Minha sensação é a de que empresas inovadoras, salvo raríssimas exceções, não são aquelas que apenas intitulam-se. Existem exemplos, como o próprio Correios, que lançou sistema para que 80 mil de seus colaboradores possam interferir com ideias e inovações, mas nem por isso intitula-se uma empresa inovadora. Outro é a IBM, que criou e gere um sistema de produção e gerenciamento de inovação, tendo essa iniciativa como ferramenta de desenvolvimento.

Fato interessante é de que existem muitos casos de redução de custos, melhoria do ambiente e sensação dos trabalhadores quanto aos seus empregadores, contudo, mesmo diante de tudo isso, as organizações e empresas ainda não descobriram o valor de ouvir a suas comunidades para agregar valor aos seus objetivos. Atualmente, existem ferramentas gratuitas para a gestão de inovação e ideias!

Muitas empresas continuam gastando seu tempo e dinheiro apenas fazendo publicidade, intitulando-se inovadoras, sem demonstrar ou tornar sensível essa característica à sua comunidade. Então, pergunto: Onde estão as verdadeiras empresas inovadoras brasileiras?

* Nilson Cortez Júnior é consultor em Gestão de Ideias, especialista em Gestão Empresarial e Jogos de Empresas pela Fundação Getulio Vargas e sócio-diretor da empresa de consultoria Ideias10

Nesse mesmo tema, leia também:
Planejar é preciso, sempre!, artigo sobre inovação.
As + inovadoras do mundo.
25 empresas + inovadoras do Brasil.

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