Você Sabia?

Facebook Stories: empresa comemora marca contando histórias

Mark Zuckerberg sabe, como ninguém, a essência das redes sociais. Se as pessoas gostam de contar e ouvir histórias, por que não criar um lugar único para isso, dividindo os textos por temas e interesses, além de classificá-los num ranking dos mais populares, baseados no botão “Gostei”?

Para comemorar a marca de mais 500 milhões de usuários em todo o mundo, o criador do Facebook lançou ontem o Facebook Stories.

Além de vir na esteira do compartilhamento de conteúdo, o aplicativo chega para mostrar o quanto o Facebook já faz parte da vida de muita gente. Pelo aplicativo, as pessoas podem contar histórias de como o Facebook mexe com suas vidas, compartilhando-as com a rede social inteira.

“Eu quero agradecer a você por ser parte do que o Facebook é hoje e por espalhá-lo pelo mundo” , disse Zuckerberg no vídeo de lançamento do produto. “O que importa são as histórias que recebemos de vocês sobre o impacto que as conexões que proporcionamos causam em suas vidas”.

Mais um ponto para o jovem gênio americano!

22/07/2010

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Começa + uma SPFW

09/06/2010

Começa hoje a São Paulo Fashion Week, a semana da moda que em suas duas edições anuais impulsiona R$ 1,8 bilhão em negócios relacionados direta e indiretamente ao evento. Para fazer a SPFW são necessários 5 mil profissionais (desde modelos e maquiadores a profissionais de cenário, transporte, alimentação etc) e aproximadamente R$ 13 milhões – destes, 7,4 milhões vieram dos próprios donos das grifes e estilistas que participam do evento. Outro número interessante: há 10 anos, quando começou a SPFW, o Brasil contava com quatro cursos de moda de nível superior, hoje, são mais de 150.

Vale lembrar que a indústria brasileira da moda reúne 30 mil empresas, movimenta US$ 50 bilhões/ano e emprega 1.700.000 de brasileiros.

No início do ano fizemos uma reportagem sobre a edição de outono e inverno da SPFW em que entrevistamos a empreendedora Marcela Kauffman, do Bymk.
Vale a pena ver de novo – Na moda dos negócios. Ou nos negócios da moda.

E agora alguns números do SPFW – julho/2010

Comparecem, a cada edição, em média 150 compradores internacionais, representantes de grandes redes de varejo oriundos da Europa, Estados Unidos, Oriente Médio, Índia e América Latina.

A média de jornalistas e profissionais de imprensa na cobertura do evento é de mais de 2.100 nacionais e internacionais cadastrados, de dezenas de países, entre Rússia, França, Japão, Coréia, Itália, Estados Unidos, Alemanha, entre outros.

Aproximadamente 350 modelos desfilam nas passarelas dos desfiles realizados,

São investidos, em média, R$ 8 milhões a cada edição do SPFW. Nesta edição o valor é o maior de todas: aproximadamente R$ 13 milhões de reais.

Desde a primeira edição, o SPFW atraiu mais de 1,8 milhão de pessoas ao Pavilhão da Bienal.

Duas vezes ao ano, o SPFW impulsiona pelo menos R$ 1,8 bilhão em negócios relacionados direta e indiretamente ao evento.

Mais de 5.000 empregos diretos e indiretos são criados a cada edição em função do SPFW.

A partir do SPFW, novas profissões foram criadas e surgiu um dos expoentes de exportação nacional: as modelos brasileiras.

A partir do SPFW, São Paulo passou figurar entre as principais capitais da moda mundial. Atualmente, faz parte de um circuito internacional de moda ao lado de Paris, Milão, Londres e Nova York.

O SPFW também gera um grande fluxo de visitantes (cerca de 35% do público do evento vem de fora de São Paulo), movimentando os segmentos de turismo, serviços, hotelaria, alimentação, transporte e varejo.

As grifes e estilistas que atualmente compõem o SPFW investem nos desfiles cerca de R$ 7,5 milhões por temporada, impulsionando uma rede virtuosa de desenvolvimento, emprego e negócios.

Os principais grupos de comunicação do País também são parceiros do SPFW. Anualmente, são investidos R$ 19 milhões em permutas de espaços publicitários e horas de programação relacionados ao SPFW.

Alguns números do evento, do mercado e indústria da moda brasileira, com destaque para a cidade de São Paulo

A indústria brasileira da moda reúne 30.000 empresas, movimenta US$ 50 bilhões/ano e emprega 1.700.000 de brasileiros. É hoje um dos principais setores que devem receber atenção do governo federal para criação de empregos e investimentos, sendo responsável por 17 por cento do PIB da indústria de transformação no país.

Há 10 anos, o Brasil contava com 4 cursos de moda de nível superior. Hoje, são mais de 150.

Os empregos no segmento de vestuário cresceram, em média, 5% ao ano na última década.

A cidade de São Paulo recebe mais de 2.000 showrooms de moda que acontecem a cada edição do SPFW, atraindo compradores e gerando um importante momento de comércio de compras. Mais da metade de todo o varejo de moda do País concentra-se em São Paulo. Para a indústria de shoppings centers, SP responde por um faturamento anual de R$ 9,6 bilhões.

09/06/2010

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Você sabia??? – estresse

De acordo com uma pesquisa da União Geral dos Trabalhadores na Europa, feita em junho de 2008, 73% dos trabalhadores sofrem de estresse no ambiente de trabalho. Três quartos deles também têm problemas de saúde por conta dessa situação. As oenças mais comuns são: fadiga, dor no pescoço, dor de cabeça, irritabilidade, sensação de angústia, insônia, falta de concentração e dificuldades de visão.

Outro estudo, realizado pelo Hospital do Coração de São Paulo em 2008, com mais de 400 executivos que passaram pelo seus check-up clínico, mostrou que 59% dos pesquisados não estão apenas com estresse, mas sim com um índice elevadíssimo de estresse. O detalhe dessa pesquisa é que a faixa etária dos pesquisados está entre os 20 e 30 anos, ou seja, a Geração Y está estressada!

Um estudo da International Stress Management Association no Brasil mostrou que 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho. Mas não é um número muito diferente de outros níveis mundiais. Na Inglaterra, o percentual é similar. Nos Estados Unidos, sobe para 72%. De acordo com a Associação Médica Americana, o estresse está direta ou indiretamente relacionado às seis principais causas de morte no mundo: doenças do coração, câncer, enfermidades do pulmão, acidentes, cirrose e suicídio.

Nesse campo, o Japão ocupa o primeiro lugar, apresentando 70% de profissionais estressados em fase de burnout (nível intenso de exaustão prolongada e diminuição de interesse, especialmente em relação ao trabalho e às pessoas). Em segundo está o Brasil, com 30% nessa fase, seguido pelos Estados Unidos, com 20%.

fonte: “Mais tempo, mais dinheiro”, de Christian Barbosa e Gustavo Cerbasi.

29/04/2010

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Você sabia???

Quantos são os usuários no mundo?

Todo mundo sabe que a internet e esse tal mundo 2.0 estão bombando. Mas você sabia que já somos 1.73 bilhão de usuários em todo mundo?

Sabia que já existem mais de 234 milhões de websites?

Tem ideia de quantos emails foram enviados só em 2009? – 90 trilhões!!!!

Quer mais números? Assista ao vídeo abaixo:

JESS3 / The State of The Internet from JESS3 on Vimeo.

Acesse também: Internet 2009 in numbers.

04/03/2010

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Você Sabia?

O mercado de fusões e aquisições de empresas deve crescer 15% em 2010. A informação consta em estudo da consultoria PricewaterhouseCoopers apresentado na semana passada na Câmara Americana de Comércio (Amcham).

Pesquisa feita pela PWC indica que o volume de transações deve superar o patamar pré-crise.

Em 2009, foram fechados 630 negócios com destaques para as transações dos setores financeiros (11%), alimentos (10%) e TI (9%).

A principal fusão do ano, segundo a consultoria, foi a ocorrida entra a Sadia e a Perdigão.

Vale a pena ler os dados completos de 2009 no link: Fusões e Aquisições – 2009

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5ª economia do mundo – 2030

Quem serão as 7 maiores economias do mundo em 2030??

Parece futurologia, mas não é.

Estudo da consultoria global
PricewaterhouseCoopers fez a lista e o Brasil aparece nela.

1- China
2- EUA
3- Índia
4- Japão
5- Brasil
6- Rússia
7- Alemanha

Em relação ao Brasil, isso se deve, segundo a própria consultoria, sobretudo em razão dos investimentos que chegarão por aqui por conta de Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas de 2016.

Para você, esse cenário soa realista? Comente!

26/01/10

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Empresários brasileiros otimistas

Pesquisa da empresa global de auditoria e consultoria Grant Thornton, aponta quem são os empresários mais otimistas para este ano de 2009.

O levantamento mede o otimismo do empresariado de 36 países.
Sabe quem deu no topo? Veja abaixo:

Campeões de otimismo:
1º Chile – 85%
2º Índia – 84%
3º Austrália – 79%
4º Vietnã – 72%
5º Brasil – 71%

Pois é. Os brasileiros apareceram entre os cinco “top five”. Os dados indicam que sete em cada dez empresários brasileiros estão otimistas em relação ao desempenho da economia do País em 2010. No ano passado, 50% estavam.

“O otimismo do Brasil não chega a surpreender”, observa Mauro Terepins, presidente da Terco Grand Thornton, braço da consultoria global no Brasil.

“Como o País foi um dos menos afetados pela crise, desde o segundo semestre do ano passado estamos notando uma recuperação. Além disso, as perspectivas de aumento de negócios, em especial com a Copa do Mundo, fazem com que eles estejam mais otimistas.”

O estudo ouviu mais de 7,4 mil empresas privadas de capital fechado dos diversos países pesquisados. Os índices são obtidos por meio da média entre as respostas dos entrevistados que estão muito otimistas ou otimistas (positivo) e os que estão muito pessimistas ou pessimistas (negativo).

Enquanto empresários de países emergentes ou fornecedores de commodities (matérias-primas), como Brasil e Índia, colecionam otimismo, nos países ricos a situação é diferente.

Os japoneses, lanterninhas do ranking, estão com índice de otimismo negativo em 72%, e os franceses, em 13%. Já a China obteve um índice positivo de 60% e os Estados Unidos, de 20%.

GERAL

Média geral do mundo – 24%
Em 2009 era negativo de 16%

Por região,
União Europeia – só 7% acham que os negócios vão melhorar.
A mais otimista é a Ásia (exceto o Japão), com 64%, seguida da América latina (48%).

No Brasil:
59% das empresas pretendem contratar mais trabalhadores este ano (contra média mundial de apenas 20%);
73% dos brasileiros têm perspectivas de aumentar suas receitas em 2010;
61% pretendem investir em máquinas e equipamentos;
57% esperam aumento de rentabilidade.

fonte: Estado de S.Paulo

05/01/10

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Conceito e histórico – Cop15

cop15Estamos vivendo os primeiros dias da 15ª Conferência de Mudanças Climáticas da ONU e, além da caótica chuva que caiu ontem na cidade de São Paulo, só ouvimos falar em CoP15.

Você sabe os motivos??? Afinal, o que é essa COP15 e o que temos a ver com a ela?

Cop15 é a sigla para Conferência das Partes sobre Clima. As CoPs existem desde 1995, quando os representantes dos países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas passaram a se reunir anualmente para tomar decisões, no âmbito da ONU, sobre o tema. Atualmente, 192 países participam das negociações. Elas ocorrem em base anual – em 2010, a CoP16 será no México, por exemplo.

Entre uma CoP e outra ocorrem várias reuniões, como as que aconteceram, este ano, em Barcelona, Bangcoc e Bonn. O motivo é que as decisões só são tomadas por consenso entre os representantes dos governos de todos os países que ratificaram os acordos. Por isso o processo de negociação exige várias reuniões preparatórias para que os diplomatas debatam e definam os textos que definirão o acordo.

Para esta CoP15, que acontece até 18 de dezembro de 2009 em Copenhagen, Dinamarca, espera-se que os 192 países signatários firmem um novo acordo global para o clima. Este documento determinará metas de redução significativas para os países desenvolvidos e também compromissos não obrigatórios de redução de emissões para os países em desenvolvimento, respeitando o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.

Os debates ocorrem em torno de cinco eixos temáticos, definidos também em uma CoP (a 13ª, realizada em Bali): visão compartilhada sobre qual o objetivo global necessário; adaptação; mitigação; transferência de tecnologia e financiamento.

A comunidade científica e as ONGs esperam que as nações ricas assumam metas de redução de pelo menos 40% de seus níveis de emissão em relação ao ano de 1990, até 2020. Já as nações em vias de desenvolvimento devem se comprometer em crescer baseadas em um modelo de economia menos carbono intensivo e devem também apresentar ações que sejam mensuradas, reportáveis e verificáveis, comprovando assim seu compromisso.

Linha do tempo: as CoPs, de 1 a 15

COP 1 – 1995 (Berlim , Alemanha)Iniciou o processo de negociação de metas e prazos específicos para a redução de emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos. É sugerida a constituição de um Protocolo.

COP 2 – 1996 (Genebra, Suíça)
Criação de obrigações legais de metas de redução por meio da Declaração de Genebra.

COP 3 – 1997 (Kyoto, Japão)
Resultou no Protocolo que leva o nome da cidade onde a negociação foi selada. Ele estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os principais emissores, denominados, no jargão das CoPs, de “Países do Anexo I”.

COP 4 – 1998 (Buenos Aires, Argentina)
O Plano de Ação de Buenos Aires é elaborado para implementar e ratificar o Protocolo de Kyoto.

COP 5 – 1999 (Bonn, Alemanha)
Deu continuidade aos trabalhos iniciados em Buenos Aires.

COP 6 – 2000 (Haia, Holanda)
As negociações são suspensas pela falta de acordo entre a União Européia e os Estados Unidos em assuntos relacionados a sumidouros de carbono e às atividades de mudança do uso da terra.

COP 6 ½ e COP 7 – 2001 (2ª fase da COP 6 foi feita em Bonn, Alemanha), (COP 7- Marrakech, Marrocos)
As negociações são retomadas e os Estados Unidos abandonam o processo de negociação, alegando que os custos para a redução de emissões seriam muito elevados para a economia americana. Os EUA também contestaram a inexistência de metas para os países em desenvolvimento.

COP 8 – 2002 (Nova Delhi, Índia)
Iniciou discussão sobre o estabelecimento de metas para uso de fontes renováveis na matriz energética dos países.

COP 9 – 2003 (Milão, Itália)
Entra em destaque a questão da regulamentação de sumidouros de carbono no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

COP 10 – 2004 (Buenos Aires, Argentina)
São aprovadas as regras para a implementação do Protocolo de Kyoto e discutidas questões relacionadas à regulamentação de projetos de MDL de pequena escala de reflorestamento/florestamento, o período pós-Kyoto e a necessidade de metas mais rigorosas.

COP 11 – 2005 (Montreal, Canadá)
Primeira conferência realizada após a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto. Pela primeira vez, a questão das emissões oriundas do desmatamento tropical e mudanças no uso da terra é aceita oficialmente nas discussões.

COP 12 – 2006 (Nairóbi, África)
Representantes de 189 nações assumem o compromisso de revisar o Protocolo de Kyoto e regras são estipuladas para o financiamento de projetos de adaptação em países pobres. O governo brasileiro propõe oficialmente a criação de um mecanismo que promova efetivamente a redução de emissões de gases de efeito estufa oriundas do desmatamento em países em desenvolvimento.

COP 13 – 2007 (Bali, Indonésia)
Esta CoP teve importância estratégica por ter definido o Bali Action Plan (Mapa do Caminho de Bali), o qual estabelece os eixos em torno dos quais as negociações sobre mudanças climáticas devem ser conduzidas, bem como o prazo (dezembro de 2009) para elaborar os passos posteriores à expiração do primeiro período do Protocolo de Kyoto (2012). Pela primeira vez a questão de florestas é incluída no texto da decisão final de uma conferência.

COP 14 – 2008 (Poznan, Polônia)
Países emergentes, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul, sinalizaram uma abertura para assumir compromissos na redução das emissões de carbono, embora não tenham falado em números. Os países desenvolvidos não colocaram nenhuma proposta concreta na mesa.

Fonte: Aviv Comunicação.

10/12/09

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